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segunda-feira, 13 de abril de 2020

Mudanças - Novo Site

Alô meus amigos e leitores,

Após 18 anos de criação, a marca que nasceu XCb e foi para o mundo digital com o nome GoXCb, agora passa por uma nova evolução em seu design e em sua estrutura no mundo digital para dar aos leitores praticantes do voo livre mais recursos práticos e suporte ao planejamento do seu dia de atividade.

Também estamos com endereço digital novo:

A IDENTIDADE VISUAL:

A marca nasceu XCb. O nome vinha da união das designações: XC (Cross Country - modalidade de voo livre em que se busca voar o mais longe possível do ponto de decolagem) e CB (meu apelido no voo desde 1995). Deu trabalho defender a marca baseada nessas 3 letras buscando o que elas poderiam significar para o nosso esporte e para o que era o meu foco na prática do voo, a excelência técnica no voo de distância. Ficou de boa medida falar de fronteiras/limtes e então a marca, derivada de XC + CB, virou a designação de Fronteiras/Limites do Cross Country: XCb = XCbounds.

Depois de alguns anos com uma marca que não representava muita coisa, além de um curso técnico de XC com 4 semanas de duração que eu ministrava para pilotos de parapente e de asa delta em Brasília, resolvi ir para o mundo digital oferecendo conteúdo técnico para o voo produzido por mim ou parte de meus materiais de pesquisa pelo mundo.

Parecia óbvio uma marca com sentido de movimento e com um convite ao que o conteúdo da marca se propunha: GoXCb = Vá às fronteiras/limites do cross country. Afinal, o conteúdo sempre foi produzido com o objetivo de ajudar os pilotos a desenvolverem seu lado técnico para que pudessem ir cada vez mais longes a cada voo. 

Agora, em Abril de 2020, estou aproveitando esse tempo de ócio na forma criativa para dar nova cara, formato e conteúdo para a GoXCb. Essa última versão trás 2 mudanças estéticas mas de caráter objetivo para o que se é proposto.
1a. Mudanças de fontes e posicionamento dos elementos 'Go' e 'b' de forma a dar destaque individual ao elemento 'XC'.
2a. Inclusão de um elemento gráfico que, por si só, pudesse representar o ideal máximo a que se propõe a marca: incentivar o piloto a ir além. A estrada sumindo em meio às montanhas me deu esse sentimento. Espero que desperte o mesmo em você!

Apresento-lhes então oficialmente nossa nova marca:

Obrigado a todos por todos esses anos de apoio e que venham mais 18 anos!

Júnior CB

sábado, 16 de junho de 2018

Clima estranho no Brasil 2018


Que coisa mais maluca... em pleno mês de junho estamos tendo vários dias com frentes frias passando e provocando, além do frio, muita chuva aqui no ES. Mês passado, em pleno mês de maio, peguei alguns dias de chuva no estado de Goiás. Semana passada teve chuva, em pleno final de 1a quinzena de junho, no oeste do Goiás.
Infelizmente não está dando para colocar alguns projetos de voo ou hike&fly em prática e o jeito está sendo fazer trabalho de base para treinamento físico.
Vamos acompanhando e torcendo por uma janela de bom tempo em breve.

Para os sortudos que estão conseguindo boas janelas, aproveitem!!!

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Família Little Cloud BRA Oficial crescendo

Nariz em Baixo Guandu-ES, Etapa do PWC
Damos as boas vindas ao empreendedor por natureza e atleta de aventura por vocação ARTHUR BIJOS (Nariz) ao time LC BRA.
Arthur, ou Nareba, chega para se divertir e nos ajudar a contagiar com a filosofia Happy Flying Style da marca aqui no Brasil.
Seja bem vindo meu amigo. Vamos que vamos!!!

segunda-feira, 12 de março de 2018

Trekking and Fly - Possibilidades sem limites

Como é bom poder se entregar àquilo que se deseja... se entregar e permitir que isto se torne algo grande e que possa contagiar as pessoas à sua volta. Assim tem sido minha trajetória no desenvolvimento do espírito Trekking and Fly aqui no Brasil. A cada dia me descubro e me realizo mais nesta fascinante abordagem do voo livre com a prática atlética de aventura.

Este domingo, aqui em Araxá-MG, pude mais uma vez explorar novos horizontes. No sábado choveu muito por aqui e hoje o dia amanheceu sem muitas possibilidades, principalmente com o vento de cauda na rampa. Fui para a rampa do Horizonte Perdido com o planejamento de apenas fazer um longo treino de trekking pelas fazendas da região.

Me aprontei, peguei os equipos - gosto de treinar com a mochila do parapente mesmo quando não vai rolar voo, e parti para o trekking. Tudo seguia dentro do plano de apenas caminhar, treino de 3h a 4h, quando após uns 30min de caminhada forte avistei um morrote que tinha uma face irregular de frente para o vento, que vinha de WSW.
Como o vento estava forte, assim que avistei o morrote já decidi que ia subí-lo e tentar um lift. Mais 10min de caminhada forte e estava no morrote avaliando o vento e tinha certeza que poderia brincar um pouco. Nesta viagem optei pelo conjunto leve LittleCloud Goose Mk3 e Turtle (selete reversível), um conjunto super compacto, que me permite excelente mobilidade em terra e que me dá muita versatilidade para o voo em locais e condições das mais variadas.


Preparei tudo e decolei... fui brincando e de repente entraram algumas turbulências no morrote apontando que alguns ciclos estavam passando por ali. Fui rastreando... rastreando... e boommmm!!!



Bem, o resto foi voo. Ganhei boa altura e acabei decidindo que iria abortar o treino e voltar para a rampa Horizonte Perdido voando. Ai é que está um ponto muito interessante na prática do Trekking and Fly: O voo não é o todo e sim uma parte da atividade de aventura. Então, a maior conquista do dia não foi voltar para a rampa voando... nada disso. A maior conquista foi descobrir o morrote, explorá-lo e poder voar.
Pensem nisso, experimentem novas possibilidades!!!

quarta-feira, 7 de março de 2018

Diversão e trabalho, sem moderação.

Estou focando este início de ano de 2018 em ações de base para o trabalho de solidificação da identidade da marca LittleCloud no Brasil. Tem muito trabalho a ser feito, mas o bom é que este trabalho é basicamente composto de bons momentos de diversão pelo Brasil, em terra e nós céus.
Uma destas ações foi ir para a etapa do Campeonato Valadarense de Voo Livre com nossa vela Gyps (EN D/XC) e experimentá-la de forma a demonstrar seu potencial para os pilotos em geral. Infelizmente foi uma péssima idéia. Me diverti muito nos dias antes, e simplesmente me senti muito mal nos dias do evento... não queria estar lá. Isso não me atrai mais, isto não está mais dentro das atividades que podem me dar prazer.
Bem, abortei tudo e apenas fiquei voando por diversão. Pude me diverti e demonstrar o Gyps, o Goose Mk3, o GT2 e também o EZ. Na verdade, nada mais natural para a identidade da LittleCloud. Nossa marca produz equipamentos totalmente voltados à diversão com a performance adequada e a segurança necessária para que você possa se divertir enquanto encara seus desafios pessoais e busca a sua satisfação.
Entrando neste mês de fevereiro foi momento de efetivar uma parceria que já vinha sendo trabalhada com a piloto acro, agora imersa no mundo XC, Márcia Finelli (Marcinha). Marcinha vem para somar ao Time Oficial LittleCloud Brasil com sua experiência e relacionamento no esporte. Adicionalmente, nossa atleta também trás para o time LC Brasil, a proximidade e acessibilidade de nossos produtos para o  público feminino.

O Time Oficial LittleCloud Brasil começa a se estruturar e vem com a missão de trabalhar a marca através de projetos e expedições com os produtos pelo Brasil. Não buscamos recordes, vitórias, troféus... nada disso. A missão do time LC Brasil é explorar as possibilidades do esporte, ampliar os horizontes, compartilhar experiências, fomentar novas abordagens e, acima de tudo, demonstrar que é possível fazer tudo isso com produtos amigáveis, seguros e divertidos.
Esperamos a cada dia conseguir apresentar mais e melhor nossos produtos para todos vocês.
Bons e divertidos voos a todos!

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Little Cloud Spiruline GT - Marca Histórica


Apresento a vocês o parapente SPIRULINE GT, da marca francesa LITTLE CLOUD, meu novo parceiro nestas aventuras pelo mundo do voo livre.
O Spiruline GT, que chamamos simplesmente de GT, é uma mini vela híbrida, que tanto serve para as brincadeiras com ventão e descida das montanhas como também para (acreditem se quiser) diversão em voos térmicos locais ou XC por diversão. 


Para apresentar o GT ao público na prática, decolei e parti primeiro para um momento diversão com o bom vento que estava entrando na rampa. A vela é bem pequena, tem pouca linha, o piloto voa mais perto do velame... um verdadeiro brinquedo. Estava usando o conjunto próprio para baixo peso (GT + selete reversível Turtle + reserva Alfacross 1.2kg).





É importante ressaltar que este parapente é um parapente adequado para as brincadeiras na rampa, diferente de um parapente normal/tradicional (ou como queiram chamar). Estas mini velas aceitam uma enorme redução do ângulo de ataque sem colapsar. Elas trabalham com uma ENORME energia e grande pressão interna... incomparável nos parapentes normais. Então, entendam que o grau de segurança deste brinquedo é absurdamente adequado para o que se propõe, desde que do outro lado também haja um piloto com a técnica para lidar com as velocidades e taxas de afundamento diferenciadas.



Depois da sessão 4fun, brincando com ventão e até com as entradas de térmicas e demonstrando o grau de adequação do GT para uma brincadeira segura, parti para o voo térmico para demonstrar a aplicabilidade do brinquedo também nesta abordagem do voo.





Fui pra base com a galera me divertindo e também entendendo algumas caracteristicas do parapente para ir adequando a pilotagem para um melhor rendimento. Por ser uma vela pequena e ter grande velocidade, é preciso reaprender a enroscar para evitar desperdício de energia. Um fato é que nas térmicas mais fracas o GT sofre muito para subir e nas térmicas mais fortes ele tira grande vantagem de sua maior velocidade e menor raio de giro para aproveitar mais os núcleos. Um espetáculo de diversão. Um detalhe bem interessante: enquanto a galera sofre nas turbulências, o GT surfa com uma estabilidade abusrda. Em vários momentos eu simplesmente clipava o freio externo no tirante e voava segurando apenas o freio de dentro dosando a velocidade e amplitude do giro... muita diversão.


Momento divertido fazendo uma tirada com o parceiro Capitão (Willame) de Imperatriz-MA. Não tinha como ele acompanhar... a diferença de velocidade do GT para o Rush 4 era muito grande. À frente estavam o Jean (Sigma) e Ney (Aspen) e fui buscá-los numa velocidade impressionante.


Um momento bem interessante foi na travessia do rio araguaia, sobre Araguatins. A turma da frente se atrapalhou, eu enchi o tanque para compensar a diferença de performance (coisa óbvia) e acabei alcançando todos logo na entrada do Pará. 


A turma pegou o final de ciclo e fez uma opção lateral para sul e eu acabei fazendo uma opção adiante, para oeste. Acabei pegando a frente do voo e assim segui sozinho pela esquerda da transamazônica. A turma ficou para trás mas acabou, ao final, tirando vantagem de estarem voando em 5 pilotos e pousaram juntos com pouco mais de 100km... eu tive que lidar com uma mudança de rota e uma grande sombra sozinho e cai no 84km, fazendo o maior voo de distância livre da história numa mini vela (O MAIOR VOO DE DISTANCIA LIVRE DA HISTÓRIA).


Pousei dentro do pátio do posto na Vila Santana, às margens da rodovia transamazônica. Queria muito ter feito os 3 dígitos com a vela, que era a missão, mas não vai faltar oportunidade. O mais importante ficou provado mais uma vez: QUEM LEVA UM PILOTO LONGE É SUA EXPERIÊNCIA E SUAS DECISÕES NÃO SEU PARAPENTE.

Grande abraço a todos do time

LITTLE CLOUD BRAZIL

quinta-feira, 11 de maio de 2017

On the road


Que início de semana bacana. Sai de casa, em Vila Velha-ES, na manhã da 2a feira, com destino a Anápolis-GO, para atender um cliente de 4a a 6a desta semana. Levei o parapente e kit completo para treinos de trekking and fly. Passei em Belo Horizonte por volta das 14h, chegando por Ouro Preto, e fui direto para a rampa.

Não perdi tempo. Formalidades de controle e acesso na rampa Topo do Mundo, Serra da Moeda, concluídas e preparei meu equipo para voar.
Ventinho perfeito no moedão... perfeito. Decolagem mamão e 1h de voo muito divertido. Pousei na rampa e fui para BH para encontrar uns amigos. Que dia perfeito: Voo, pouso na rampa, amigos (um cappuccino no Café Havana) depois mais amigos e um bate-papo muito agradável no Rei do Pastel da Sergipe, regado a caldo de cana... coca-cola e com sabor de pastel mineiro bem feito. Pra temperar tudo isso, aquele friozinho muito gostoso de BH nessa época do ano.

Acabei dormindo no Perácio´s Palace Hotel (obrigado mais uma vez sr. Carlos e Igor Perácio) onde tenho uma suite cativa faz teeeemmmpoooo.
6h da manhã parti rumo a Uberlândia. O objetivo era chegar cedo por lá e curtir a cidade com meus primos como fizemos algumas vezes no início desse ano. Bom, o problema é que no meio do caminho tinha uma... uma rampa. Como passar na porta de Araxá as 10h30 e  não querer ir pra rampa Horizonte Perdido voar??? Então... também não sei. Trevo à esquerda e fui pra rampa.

A condição tava clássica, bem no seu início, mas depois ficou com perfil totalmente seco. Térmicas secas e céu azul... este seria o meu playground. 


Como já estou acostumado a fazer tudo sozinho pelo mundo, não estranhei os restaurantes da rampa fechados (Cris... me deixou na mão heim). Também, em plena 3a feira... hehehehe






Bem, fui pra rampa com o equipo, ventão rolando... atenção.. atenção. Preparei tudo, avaliei e ,já sabendo do tradicional liquidificador na saída em dias de ventão, decolei preparado. Tomei muita porrada, voltei pra cima da rampa e logo logo livrei da camada suja e fui pro voo. Muita diversão. Fiz um passeio pelo paredão para a direita e depois de alguma ralação após o GAP, as boas termais começaram a dar as caras e ai foi só alegria.

Acima de 2.300m e com a meta de voar 1h e caminhar 1h, marquei um pouso nas estradas de chão atrás da rampa e fui pro pouso. A caminhada foi muito bacana... visual demais... fantástico. 58min de trekking num formato com intervalado de 5min de trote a cada 15min de caminhada puxada. Bão bisurdu.

Bom, organizei tudo no carro, tomei um banho ao ar livre na rampa e parti pra cidade para comer algo e então seguir viagem.
Jantar marcado com uma amiga em Goiânia... tudo certo... mudança de planos. Optei por ficar em Uberlândia e curtir um pouco a família e descansar. Nesta 4a de madrugada sai de Uberlândia e vim direto para Anápolis, onde atendo até 6a feira e... e... depois... Jaraguá-GO sábado (?) Brasília domingo(?) sei lá. As estradas estão por ai e o tanque estando cheio, basta seguir o instinto.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Mais um novo ANO NOVO!!!

O ano de 2017 chegou e junto com ele, para muitos, um oceano de expectativas, possibilidades e novas oportunidades para realizar seus sonhos! Não penso assim. Durmo, acordo, desperto de maneira positiva e otimista, e vivo o dia com intensidade, buscando realizar o que acredito que deve ser realizado da melhor maneira possível.

Então, em 2017, sigo vivendo do meu jeito e buscando o máximo da melhor maneira possível. Alguns projetos estão no forno e espero me divertir muito com o voo livre e suas possibilidades mais um ano.

Vamos que vamos!!!

Obrigado 2016!

O ano de 2016 foi um ano muito abençoado em minha vida em todos os aspectos. Em minha vida de atleta, especialmente, houve um aprendizado novo e que me forçou a entender um pouco mais sobre o respeito à natureza das coisas.

O tempo passa, todo ciclo cumpre seus estágios e devemos ter a grandeza de entender como somos pequenos diante de toda a extensão da vida.


Não me canso de buscar o novo, não acho que esteja cansado, velho ou defasado. Mas é interessante como essa busca pelo novo se torna menos pirotécnica, menos externa e mais interna e parte de um processo de descoberta interior.

Obrigado 2016 por seus dias e oportunidades!!!

sábado, 24 de setembro de 2016

ESP - Piedrahita na rota para Ávila

Mais um dia de voo em Piedrahita - Peña Negra. O dia amanheceu como na 5a feira, com muito cirrus e subimos com uma expectativa mediana de boa condição feita no briefing matinal no hostal pelo Steve.
Chegamos à rampa e foi uma bela e longa espera. Acabei saindo para caminhar no topo e esticar um pouco as pernas, que já estão implorando por uns treinos... calma, o sofrimento começa semana que vem.

Bom, hoje optei por decolar somente depois que a galera já estivesse toda voando para desacelerar meu metabolismo e voar no modo fullplay.
Foi bem divertido. A galera acabou sem encontrando algumas vezes até a travessia do "temido" passo que conecta o vale de Piedrahita ao vale de Ávila. Nesse momento a grande maioria optou por ir pela montanha seguindo a conexão após o passo e depois se jogando no vale. Eu, seguindo mais o vento e voando fullrelax (e sozinho como sempre prefiro), acabei optando por explorar a região da convergência tanto falada no briefing e fui pela esquerda do passo e da estrada principal do vale.
Vale de Barco de Ávila




Cheguei bem baixo à esquerda da entrada do passo e ganhei uma bela termal que me levou aos 3.000m. Ai fui mapeando e seguindo a linha da convergência que vimos no mapa meteo estes dias todos no briefing. O cirrus estava engrossando cada vez mais e o vale para Ávila começava a ser ameaçado por uma sombra. Eu não conheço a região e não sabia o que seria o resultado daquele sombreamento. Fui seguindo a linha da convergência até um ponto em que ia muito para fora da rota e do vale e acabei tendo que abandonar... foi maneiro... divertido... boas térmicas... uma linha fantástica para voar.
Saindo da linha da convergência fui para o vale de Ávila mas o sombreamento já estava definido em todo o vale e as térmicas começaram a ficar bem falhadas a baixa altura. Ainda consegui pegar umas duas opções baixo mas não acertei a mão e acabei tendo que aceitar o pouso a 19km de Ávila, que era o objetivo do dia.

Usina Eólica e Vale para Ávila



De qualquer forma, foi um dia bem divertido e hoje deu para conhecer um pouco mais a região e outras características dinâmicas do voo. Vou voar mais um dia aqui e na 2a volto para Madri para iniciar a logística para os Pirineus.

Vamos que vamos. Dale!