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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Alfredo - Pousos em encostas



Sabadão foi dia de muito voo e treino de pousos em encostas na região da rampa de Cachoeira Alta, Alfredo Chaves. Me diverti muito e treinei muito. Comecei a voar antes das 10h e já fui treinando segurar nas bolhas fraquinas, escorar ao máximo nas paredes, usar bem o relevo a baixa altura e ficar agarrado para não pousar. Tenho feito descobertas interessantes nestes treinos e isto tem levado meu voo para outro nível.



Claro que não recomendo este tipo de treino para pilotos menos experimentados. É uma abordagem um pouco mais radical, mais ligada à base da origem do voo de parapente nas descidas de montanhas que os pioneiros experimentaram... mas tenho que reconhecer que leva o feeling e toda a abordagem do voo para outro patamar. Tudo muda.


Nas fotos abaixo, dois pousos em encostas. Na 1a foto, uma encosta que ainda não havia experimentado. Vale lembrar que sempre que se pousa numa encosta é necessário avaliar previamente se haverá possibilidade de se decolar do mesmo ponto ou se será necessário fazer algum deslocamento. Tenho priorizado pousos em locais de onde se pode decolar sem qualquer deslocamento.




Depois de uns 5 pousos e novas decolagens, o melhor horário do dia chegou e a condição arredondou lindamente. Então, para coroar o dia, decolei das antenas e fui pra base para tomar um banho de nuvem. Foi um espetáculo... voo muito bom e visual de encher os olhos e a mente. 




Finalizei com mais um pouso na rampa e parti para Castelo para aproveitar o domingo experimentando outra rampa e ir afinando a mente para decolagens seguindas em locais completamente diferentes. 


quinta-feira, 11 de maio de 2017

On the road


Que início de semana bacana. Sai de casa, em Vila Velha-ES, na manhã da 2a feira, com destino a Anápolis-GO, para atender um cliente de 4a a 6a desta semana. Levei o parapente e kit completo para treinos de trekking and fly. Passei em Belo Horizonte por volta das 14h, chegando por Ouro Preto, e fui direto para a rampa.

Não perdi tempo. Formalidades de controle e acesso na rampa Topo do Mundo, Serra da Moeda, concluídas e preparei meu equipo para voar.
Ventinho perfeito no moedão... perfeito. Decolagem mamão e 1h de voo muito divertido. Pousei na rampa e fui para BH para encontrar uns amigos. Que dia perfeito: Voo, pouso na rampa, amigos (um cappuccino no Café Havana) depois mais amigos e um bate-papo muito agradável no Rei do Pastel da Sergipe, regado a caldo de cana... coca-cola e com sabor de pastel mineiro bem feito. Pra temperar tudo isso, aquele friozinho muito gostoso de BH nessa época do ano.

Acabei dormindo no Perácio´s Palace Hotel (obrigado mais uma vez sr. Carlos e Igor Perácio) onde tenho uma suite cativa faz teeeemmmpoooo.
6h da manhã parti rumo a Uberlândia. O objetivo era chegar cedo por lá e curtir a cidade com meus primos como fizemos algumas vezes no início desse ano. Bom, o problema é que no meio do caminho tinha uma... uma rampa. Como passar na porta de Araxá as 10h30 e  não querer ir pra rampa Horizonte Perdido voar??? Então... também não sei. Trevo à esquerda e fui pra rampa.

A condição tava clássica, bem no seu início, mas depois ficou com perfil totalmente seco. Térmicas secas e céu azul... este seria o meu playground. 


Como já estou acostumado a fazer tudo sozinho pelo mundo, não estranhei os restaurantes da rampa fechados (Cris... me deixou na mão heim). Também, em plena 3a feira... hehehehe






Bem, fui pra rampa com o equipo, ventão rolando... atenção.. atenção. Preparei tudo, avaliei e ,já sabendo do tradicional liquidificador na saída em dias de ventão, decolei preparado. Tomei muita porrada, voltei pra cima da rampa e logo logo livrei da camada suja e fui pro voo. Muita diversão. Fiz um passeio pelo paredão para a direita e depois de alguma ralação após o GAP, as boas termais começaram a dar as caras e ai foi só alegria.

Acima de 2.300m e com a meta de voar 1h e caminhar 1h, marquei um pouso nas estradas de chão atrás da rampa e fui pro pouso. A caminhada foi muito bacana... visual demais... fantástico. 58min de trekking num formato com intervalado de 5min de trote a cada 15min de caminhada puxada. Bão bisurdu.

Bom, organizei tudo no carro, tomei um banho ao ar livre na rampa e parti pra cidade para comer algo e então seguir viagem.
Jantar marcado com uma amiga em Goiânia... tudo certo... mudança de planos. Optei por ficar em Uberlândia e curtir um pouco a família e descansar. Nesta 4a de madrugada sai de Uberlândia e vim direto para Anápolis, onde atendo até 6a feira e... e... depois... Jaraguá-GO sábado (?) Brasília domingo(?) sei lá. As estradas estão por ai e o tanque estando cheio, basta seguir o instinto.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Orgulho de fazer parte

Ver a marca XCb vinculada a este evento histórico para o voo livre mundial me dá um orgulho danado. Mais que qualquer troféu, o que sempre contou para mim no voo livre foi fazer história. Faltam 5 dias, mas 5a feira já estarei em Andradas!!!

domingo, 12 de julho de 2015

X-Alps - Surpresas na reta final


O dia hoje começou com uma bela corrida aérea. Gus (AUT) foi se aproximando e então Chrigel (SUI) decolou. Foi então que duas estratégias completamente diferentes entraram em ação. Gus por uma rota onde voava escorado no topo das montanhas e inicialmente ia tirando vantagem do voo mais objetivo e Chrigel por uma rota mais complicada mas com opção de térmicas mais fortes. O final do dia deixou claro qual estratégia teve mais sucesso: Chrigel praticamente acabou com a disputa e agora está, pelos meus cálculos, a 1 dia da linha de chegada. Espetacular!!!

terça-feira, 10 de março de 2015

O Voo Livre com foco no XC

Estes dias aqui em Valadares, aproveitando para ver a atmosfera do campeonato brasileiro e o cenário à volta, serviram para consolidar ainda mais minha opção por não mais competir. Definitivamente cada piloto tem um pacote de características mais fortes e hoje o paragliding permite que diversos perfis de pilotos possam se estabelecer, se desenvolver e ganhar seu espaço.



O voo hoje pode ser praticado de maneira competitiva nas seguintes modalidades:
- Precisão;
- Triangulação/Ida e Volta (Recordes Regionais, Estaduais, Nacionais, Continentais e Mundiais);
- Distância Livre (Recordes Regionais, Estaduais, Nacionais, Continentais e Mundiais);
- Race (Estaduais/Brasileiro/PWC/Mundial);
- Acro (Acroaria, RedBull Vertigo, AcroAndes, Acrolac);
- Trekking & Fly (RedBull X-Alps);

Destas modalidades, a Triangulação/Ida e Volta, a Distância Livre e o Trekking & Fly são as que permitem a mais pura manifestação do voo que chamamos de XC ou XCountry ou Cross Country.
No sábado de prova do brasileiro aqui em GV eu decolei por volta das 10h40 da manhã. Quando a janela da prova abriu, eu já estava chegando a Divino do Traira e fiquei observando aquela nuvem de parapentes na Ibituruna. Como eu me senti bem por estar longe daquilo. Sim, eu já gostei, já senti o doce sabor da adrenalina de enroscar no meio de mais de 150 pilotos e também já senti o desgosto de ser atrapalhado o tempo todo por ter que desviar de pilotos inexperientes, pilotos desatentos e pilotos simplesmente folgados (mas graças a Deus nunca toquei ou fui tocado na famosa térmica do start).
Eu quase não subi para voar no sábado. Sabia que a rampa estaria lotada demais com pilotos da prova e pilotos turistas. Eu não gosto mais de nada disto. Resolvi subir e decolar assim que descesse do carro. Eu creio que não fiquei 10min na Ibituruna no sábado. Desci do carro, abri meu equipo e decolei.
A grande vantagem da modalidade XCountry é que o evento é individual ou pode ser agregado apenas dos amigos mais chegados, com equipamentos parecidos, com experiencias de voo similares e compatíveis com a ambição do dia.

Como é bom poder olhar o céu, cruzar o dia com a avaliação da previsão meteorológica consultada no dia anterior e planejar uma rota de acordo com interesses mais naturais e partir sozinho ou com alguns poucos bons amigos e pilotos para buscar o máximo que o dia permitir.





Uma coisa que me alegra muito hoje é que a minha relação com a SKY Paragliders vai muito além dos equipamentos que formam meu conjunto de trabalho/diversão. A filosofia da SKY é clara e manifestada através dos produtos que ela entrega ao mercado. O objetivo da SKY, e também da marca parceira PRO-DESIGN, é entregar ao mercado equipamentos para a prática do voo livre no nível de diversão e segurança completamente compatíveis com a prática recreacional ou com a prática do XCountry.
Os produtos dedicados ao XCountry não são os mesmos dedicados ao acro ou ao race. Os pilotos de XCountry, quando na prática natural desta modalidade, acabam se metendo em roubadas e áreas um pouco mais remotas devido ao perfil mais autônomo (com ou sem um veículo de resgate dedicado). Pousar longe de estradas principais e ter que andar por algumas horas é uma constante na prática do XCountry. Justamente por isto, o que vemos no mercado mais dedicado ao XCountry tem sido o desenvolvimento projetos nas categorias EN-B e EN-C mais leves e que precisam durar muito mais temporadas que uma vela para acro ou race. As seletes usam o recurso da carenagem devido ao conforto ergonômico e também térmico que elas proporcionam e hoje buscam ficar na casa de peso entre 2,5kg a 4kg.
Hoje é muito prático andar por horas no meio de matas, trilhas e por estradas de terra com uma mochila XCountry de apenas 9kg a 15kg. O mesmo não ocorre ao se carregar mais de 22kg nas costas.

Pare um pouco para pensar e reavalie sua postura no voo, sua modalidade de prática preferida e seus equipamentos. Não é uma questão de certo ou errado, é apenas uma questão de melhor ou não. Qualquer parapente EN-B ou EN-C atual lhe permitem voar grandes distâncias e se superar a cada dia. Mas, fique atento, não existe mágica. Não se iluda com as velas HOT. Elas podem caber no seu estilo de pilotagem, mas isto não significa que elas sejam exatamente o que parecem. E, acredite, uma vela mais dócil acrescenta muito kms ao final de um bom dia de voo só pela confiança da relação entre piloto x equipamento x condição.

Reflita e aproveite cada dia mais seus voos. Divirta-se acima de tudo.

Bons e longos voos!!!

segunda-feira, 2 de março de 2015

Proposta de menu Easy Access para o LK8000

A proposta é bem simples e prática!!

O que o piloto mais faz  num dia de voo?
R. Voa no mesmo site. Então, a proposta de ter a opção FLY no segundo menu é a que mais vai ser usada e então já é a primeira na linha.

Depois disto, voando num mesmo site, o que o piloto mais pode precisar modificar?
R. Altera sua rota de voo, de acordo com vento ou planejamento dos amigos ou vontade pessoal para o dia. Então, a opção NAV é a segunda de acordo com esta intensidade de uso para que o piloto vá direto para a página de montagem de rotas para configurar ou alterar uma rota de voo ou competição.

Por último, qual o evento mais modificado pelo piloto?
R. Seu site de voo e, consequentemente, arquivos de waypoints. Então, a opção SITE está presente logo ali para, diretamente, parar na página onde o piloto já configura o novo site de voo e o arquivo de waypoints adequado.

Uma possibilidade será, quando o piloto acessar a opção SITE do menu de entrada, o programa voltar para o menu [FLY]  [NAV]  [SITE] para que o piloto já entre na opção [NAV] e configure uma rota ou entre na opção [FLY] e voe livre na região com os mapas e waypoints selecionados.


segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

XC - Ciclos Térmicos

Falando um pouco mais sobre técnicas de Cross Country (XC), vamos falar neste texto sobre alguns detalhes, aparentemente, óbvios mas que, no decorrer da nossa prática de voo, acabamos nos esquecendo quando planejamos um voo de distância.
O gráfico acima demonstra o dia térmico, traçando a inclinação do SOL do quadrante leste (E) para o quadrante oeste (W). Por questões de entedimento e buscando compreender o máximo de regiões do Brasil, coloquei o SOL em um ponto de aquecimento já produtivo a partir das 7h da manhã, como acontece em algumas rampas do nordeste, e até as 18h, que é meio que um padrão para o final do dia térmico em todo nosso país.
A régua inferior do gráfico, horas produtivas, apenas demonstra que, quando mais cedo o piloto decolar, mais horas produtivas de voo terá pela frente para ir mais longe.
Parece simples... parece óbvio... mas, na boa, quantas vezes você investiu num dia de voo para tentar descobrir se era possível decolar mais cedo no seu sítio de voo? E ai, você tem a resposta do horário mais cedo que você consegue decolar no seu sítio de voo? (a resposta é para você mesmo)
Quando se fala em XC, voo de distância, tanto faz a que altura você foi, qual a térmica mais forte que você pegou, quantas entubadas você deu, quantas horas você voou... o que importa no final é a distância que você colocou entre seu ponto de decolagem e seu ponto de pouso. Ponto!
Então, quer ir mais longe, uma das técnicas que convido você a aprimorar agora é decolar mais cedo e tentar voar até o final do dia.
Avaliando a janela do dia térmico, vamos apimentar um pouco a assunto e falar um pouco sobre os ciclos do dia térmico, ou ciclos térmicos.
Desde o momento em que o sol atinge a superfície terrestre e consegue provocar as convecções (ar na superfície que se aquece a ponto de formar uma parcela de ar isolada termicamente do ar a sua volta), começam os ciclos térmicos. Para o voo, por razões óbvias, que importam as convecções que partem para a formação de fluxos ascendente, que chamamos de térmicas.
Bem, o gráfico acima tenta descrever visualmente o que, por padrão, acontece durante um dia térmico. Eu costumo dizer que o dia se divide em duas grandes janelas, a matinal e a vespertina e que, entre uma e outra, existe um intervalo que trato como um suspiro da virada da janela matinal para a vespertina.
Observe que cito algumas características básicas dos ciclos na primeira janela, a vespertina: Agressivo, Rápido, Imprevisível. Ou seja, as térmicas da primeira janela são mais agressivas por estarem iniciando a instabilização do dia, os ciclos são rápidos devido ao pouco acumulo de energia nas convecções e a imprevisibilidade se dá justamente devido à luta da instabilização contra a inversão de superfície (que rola todo dia no início da manhã).
Bem, observem as características acima... é ai que mora a complexidade técnica de se decolar cada vez mais cedo num sítio de voo. O piloto tem que ter estas características em mente e lidar com a condição preparado para este cenário geral. Paciência, se arrastar sem pressa para longe da rampa, pular para todo sinal claro de ascendência à frente na rota, parar em qualquer coisa que suba... praticar uma técnica que, acima de tudo, prime pela permanência em voo nesta janela matinal. (em outro texto detalharemos mais a questão da postura)
Um detalhe muito importante a frisar aqui é que o piloto deve voar ligado ligado ligado no horário do dia e no comportamento das térmicas da janela vespertina à medida em que se aproxima das 12h. Por padrão haverá uma respirada de entre 30min a 1h na condição. Momento em que as térmicas costumam ficar fracas, rareiam na região e a pior coisa que pode acontecer é o piloto desavisado ser pego baixo nesse horário: POUSO PRECOCE GARANTIDO!
Já na janela vespertina, tudo de bom... os ciclos começam a ter um padrão, a condição dá uma regularizada, o teto sobe numa velocidade maior (e vai subindo até o final do dia), as transições rendem mais etc. Ser objetivo na rota, não perder tempo em térmicas abaixo da média, tentar parar somente nas térmicas alvo das transições (exceto que encontre algo bem acima da média no meio do caminho), não esperar a base chegar para seguir sinais claros à frente... praticar uma técnica que, neste momento, maximize a distância voada com base na objetividade e velocidade de navegação. (em outro texto detalharemos mais a questão da postura)
Certo amigos, o objetivo deste breve texto é provocar uma reflexão e, aos que acharem válido, convidar a experimentações conscientes. Como sempre digo, se transformar num piloto técnico e regular é uma questão de prática com embasamento técnico.
Bons e longos voos!!!

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Natal for Fun - Alfredo Chaves de Sky


Hoje foi um dia muito bacana em Alfredo Chaves. Cheguei por volta das 11h e, como inacreditavelmente não tinha ninguém por lá com um dia muito bom desenhado nos céus, subi direto e sozinho.
Chegando à rampa o parceiro de sempre Marcelo Ratis estava por lá para fazer mais um duplo no dia.
Decolamos por volta das 11h40 para um dia não muito consistente. Térmicas fortes, bicudas, pequenas, mas somente colado na parede.
Acabei indo para a base mas a única saida era botar uma tirada, o que não era meu plano para o dia.
Como o Marcelo também acabou não ficando muito tempo de bobeira com o duplão, optei por pousar no trevo de acesso para Cachoeira Alta e fazer mais um treino de caminhada. Do trevo de acesso até o bar do Bruxo: 37min. Show de bola.


O conforto, pilotabilidade e estabilidade desta selete reversível me encantam a cada voo. A Reverse 3 New Gen é um espetáculo. Sempre saio de casa com a selete carenada na outra mochila e o conjunto light... sinceramente, sempre acabo optando por voar com o conjunto light. É uma comodidade absurda. Ainda prefiro as carenadas para o XC mais sério, mas tenho me divertido muito com a Reverse da Sky.


Depois de uma pausa e aguardo por um momento mais redondo do dia, subimos novamente e ai foi simplesmente curtir o playground aéreo de Alfredo Chaves (Cachoeira Alta)... foram mais de 1 hora de passeio, curtindo meu novo amigo (SKY Argos - EN C) .


A vela é até 100kg e estou voando com o conjunto light usando a faixa de 96kg. Está muito bom. A vela sobe muito bem, está bem veloz e com planeio excelente para a categoria. O único porém, depois de tantos anos voando velas com 2 linhas e velas com talas, é sentir a vela mais arisca que o normal. Mas, basta atuar um pouco os comando e a vela mostra que quem manda é o piloto mesmo com pouco input.

Rampa de Alfredo Chaves (Cachoeira Alta)


Este segundo voo, além de permitir experimentar mais a vela, inclusive com algumas espirais e o sistema de acelerador com linhas mais finas - que ficou show para atuar e manter, também permitiu voar um tempo junto com o amigo Arthur... muito legal. Diversão pura!!!